Das cidades que se condensam,
viram conjugado sem rotina -
em dia de sol quente e madrugadas.
Diluem-se em andorinhas de calçada,
onde jamais se mora; ainda que,
sem donos - mas barões!
Dimunuem em linha do horizonte,
em geografias do bem querer
e em necessidades de re-partir.
Desmontadas por Kublai Khan,
com seus cartões postais extraviados,
e que, por fim, habituam-me – sutilmente.
Ah, As cidades! Adoro tentar me entender enquanto elaboro interpretações para elas.
ResponderExcluirAcho que é pura inveja ou admiração do que fizeram Marco Polo ou Ítalo Calvino.
Gostei do texto, Kenia!
Bonito poema
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